Iniciamos o tão esperado projeto “POKEVIVOS”. O projeto surgiu a partir de um grande interesse da turma no desenho animado “Pokémon” e em diversas situações em que as crianças trazem as criaturas do desenho para dentro da nossa escola. Brincam no parque de capturá-los, desenham suas evoluções, brincam com o jogo de cartas no dia do brinquedo, trazem diversas informações e conhecimentos complexos a respeito dos animais, plantas e criaturas que existem no universo dessa animação.

O desenho Pokémon possui uma complexidade muito grande, para treinar as criaturas é preciso conhecê-las, por esse motivo as crianças possuem um conhecimento enciclopédico sobre cada uma. Os Pokémons estão divididos em quinze gêneros, cada um com poderes próprios, e a cada evolução eles mudam de nome. O nível de conhecimento exigido para dominar o universo dos Pokémons é extremamente elevado, competências como memória, acúmulo de informações, conhecimentos em relação aos elementos da natureza, identificação de números altos e valor de maior e menor são necessários para que a animação e o jogo sejam compreendidos.

De acordo com Moreira (2000) só existe aprendizagem significativa quando o conhecimento novo é relacionado com os existentes anteriormente e incorporado a estrutura cognitiva do aprendiz. Os processos de criação se constituem a partir de processos de reprodução e imitação, e são identificados principalmente nas brincadeiras, onde as crianças reelaboram criativamente impressões vivenciadas. Sendo assim, é preciso aproveitar esses conhecimentos prévios que as crianças trazem, se apoiar na cultura infantil para ir além e construir, por meio de um projeto pedagógico, novos conhecimentos científicos, despertando o interesse e tornando assim a aprendizagem significativa.

Iniciamos o projeto com a turma escolhendo os seres vivos que iremos estudar e os respectivos Pokémons.
O primeiro escolhido foi o Caterpie (lagarta), que evolui para Metapod (Casulo) e depois para Butterfree (Borboleta). Aprendemos sobre as características dos três estágios, sobre o processo de metamorfose, e depois finalizamos montando o ciclo de vida da borboleta, utilizando massinha.
As crianças estão muito animadas e envolvidas com o projeto, muito rico em conhecimentos científicos e ludicidade.

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